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O QUE É UMA COMUNIDADE?
É um espaço comum, de pertença, de apoio e de engajamento que por si só já anuncia uma conexão com os outros
bell hooks (2021): o processo para a construção deum espaço onde não haja "dominação". Isso demanda "consciência vigilante do trabalho que precisamos fazer continuamente para enfraquecer toda socialização que nos leva a ter comportamentos que perpetuam a dominação”.
Construir uma comunidade escolar seria envolver todos em busca de um espaço onde preconceitos sejam superados (p.71).
"Martin Luther King imaginou uma 'comunidade amorosa', criando uma concepção de mundo onde as pessoas se conectariam com base na humanidade compartilhada. [...] King nos ensinou que o simples ato de se unir fortaleceria a comunidade" (p.71)
hooks, bell. "Ensinando Comunidade: uma pedagogia da esperança". Ed. Elefante, São Paulo. 2021
- Faz parte das estratégias da implementação de um programa de convivência na escola que tem como principal objetivo o de melhorar a qualidade da convivência na Escola a partir do protagonismo dos alunos.
- Foi desenvolvido a partir dos estudos do GEPEM (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral) da UNESP/UNICAMP.
- Apresenta evidências científicas de resultados de diversas universidades
As Comunidades de Cuidado e Apoio Entre Estudantes são uma forma de Protagonismo Juvenil e estão descritas como um tipo de Sistema de Apoio entre Iguais – um SAI
Escolas Participantes
As escolas pioneiras deste trabalho no Brasil contam um pouco da sua história... Conheça cada uma delas.
DAS EQUIPES DE AJUDA ÀS COMUNIDADES DE CUIDADO E APOIO:
O percurso de um Sistema de Apoio entre Iguais no Brasil
Um breve histórico
Leia aqui, na íntegra, toda a descrição do histórico de implementação desse Sistema de Apoio entre Iguais no Brasil ao longo desses 10 anos
COMUNIDADES DE CUIDADO E APOIO
Nossos pressupostos teóricos
"É um sentimento que os membros têm de pertencer, de que são importantes uns para os outros e para o grupo, e uma fé compartilhada de que as suas necessidades serão atendidas por meio de seu compromisso de estarem juntos"
(McMillan e Chavis, 1986)
Um COMPROMISSO portanto, cuja experiência tornará mais dinâmica a possibilidade de superação de problemas de convivência vivenciados na escola porque as práticas desse novo grupo são concebidas em ambientes de trocas constantes com aqueles que experimentam a convivência.
COMO FAZER PARTE?
Acesse aqui o passo a passo para que sua escola faça parte
dessa grande Comunidade!
Algumas pesquisas que atestam a eficácia desse Sistema de Apoio entre Iguais no Brasil
LAPA, Luciana Zobel (2019)
Redução da incidência de bullying nas escolas com um SAI
Os resultados da pesquisa relataram uma diferença significativa do ponto de vista das intimidações nas escolas, ou seja, acontecem mais intimidações nas escolas que não têm as Equipes de Ajuda.
LAPA, L. Z. Valentes contra obullying: a implantação das Equipes de Ajuda, uma experiência brasileira. Dissertação de mestrado. Unesp, 2019. Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/181907Adesão a valores morais em estudantes
BOMFIM, Sanderli. A. Bicudo (2019)
Alunos de Equipes de Ajuda têm maior adesão a valores morais que aqueles que não participam das equipes. Alunos de escolas com Equipes de Ajuda têm maior adesão a valores morais do que escolas sem Equipes de Ajuda.
BOMFIM, S. A. B. Respeito, justiça e solidariedade no coração de quem ajuda: valores morais e protagonismo entre alunos para combater o bullying. Dissertação de mestrado. Unesp, 2019. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/181390.
DE NADAI, Sandra Trambaiolli (2019)
Alunos de Equipes de Ajuda têm maior adesão a valores morais ainda que percebam a disciplina parental menos assertiva – isso indicava que os valores morais tinham a ver com a escola.
DE NADAI, S. T. Disciplina de educação parental e participação em processo de vitimização entre pares. Dissertação de mestrado. Unesp, 2019. Disponível em:
SOUZA, Raul Alves (2019)
Crença de autoeficácia para ajudar vítimas em situações de bullying
As crenças de autoeficácia para ajudar de alunos que participam de um SAI são mais altas em comparação aos alunos que não participam.
SOUZA, R. A. Quando a mão que acolhe é igual a minha: a ajuda em situações de (cyber)bullying entre adolescentes. Dissertação de mestrado. Unesp, 2019. Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/181590
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